jan 5

debian centos-logo1

Bom, foi realmente difícil encontrar um título para esse post (e não fiquei totalmente satisfeito com o escolhido) porque tudo que eu pensava gerava uma coisa do tipo “Debian vs CentOS”, ou seja, um ar de comparação e disputa para descobrir qual dos dois é o melhor, porém, é muito diferente disso.

Sempre gostei muito do Debian, admiro muito suas políticas de desenvolvimento e toda sua importância no mundo do software livre.

Em meu trabalho, uma das minhas funções é configurar e administrar servidores, e não só la, como em geral, sempre utilizei o Debian em meus servidores, tanto pelo que citei acima, quanto pelo fato de que o Debian é uma distribuição que visa sempre estabilidade e tem um ciclo de desenvolvimento e atualizações que favorece MUITO os servidores. Existem outras distribuições que também seguem esses mesmos ciclos favorecendo os servidores, a diferença é que nenhuma delas me gerava a mesma confiança do Debian. Eu simplesmente confio no Debian e em sua estabilidade, é o simples fato de dar um “apt-get update” com muito menos medo do que fazer o equivalente em outra distribuição (ou em outro sistema operacional).

Recentemente (na verdade não tão recentemente assim XD), comecei a utilizar muito o Fedora, distribuição diretamente ligada ao Red Hat. O Fedora acabou se tornando uma das minhas distribuições favoritas (se não a mais). Com isso comecei a perceber uma série de características presentes no Fedora que seriam super interessantes se utilizadas em servidores, porém existiam muitas outras que impediam isso, pelo menos no meu modo de pensar e administrar servidores eu não utilizaria o Fedora em um servidor (apesar dessas boas caracteristicas).

Foi ai então que eu entendi porque o Red Hat Enterprise Linux é tão bem conceituado nesse ramo, ele é justamente um Fedora, com todas as características que faltavam para ser um excelente servidor (na verdade o Fedora que é um Red Hat com caracteristicas Desktop, ja que quem se derivou do Red Hat foi o Fedora e não o contrário XD).

Depois disso, eu fiquei realmente interessado em utiliza-lo nos servidores, porém existe um problema, o Red Hat Enterprise Linux é uma distribuição comercial, e seu uso então seria provavelmente para algo mais específico ou onde fosse realmente necessário um suporte do desenvolvedor dentre outras coisas.

Foi ai que conheci o CentOS. O CentOS é o Red Hat. A empresa Red Hat comercializa a distribuição Red Hat Enterprise Linux, porém na verdade eles cobram é pelo suporte e outros serviços, não pelo sistema operacional em sí. A Red Hat comercializa uma distribuição mas nem por isso abandona a liberdade, o Red Hat Enterprise Linux é um software livre e todo o seu código fonte está disponível no site da Red Hat.

O que os desenvolvedores do CentOS fazem é pegar esse código e compila-lo, tirando todas as trademarks, e criando assim o CentOS. Não fazem nada de ilegal e inclusive o uso do CentOS é incentivado até mesmo pela Red Hat. Além de compilar todo o código fonte, os desenvolvedores do CentOS ainda mantém as mesmas atualizações que são feitas no Red Hat no CentOS.

Eu utilizei o CentOS recentemente em alguns servidores e cheguei a uma conclusão SUPER LEGAL.

*obs: falei, falei, falei, e somente agora irei chegar onde eu queria.

Logo no ínicio do post eu disse que a minha intenção não era criar algo do tipo “Debian vs CentOS” e realmente essa não é minha itenção. O que eu quero é colocar aqui a conclusão bacana que cheguei depois de tudo isso que é o seguinte:

Sempre que eu precisava configurar um servidor, a escolha do Debian era algo automático, na verdade, era algo pré-definido. Hoje em dia as coisas mudaram, mas acredito que para pior (calma, eu vou explicar XD).

Digo que mudaram para pior, simplesmente porque agora dificultou muito a escolha de uma distro para ser usada em meus servidores XD. huahuauha.

Hehe, na verdade isso é uma brincadeira, mas explicando melhor, o que aconteceu é que antes, mesmo que existissem outras distribuições com algumas caracteristicas semelhantes as do Debian, eu não tinha nelas a confiança necessária. O que foi super legal (e que me insentivou a escrever isso) é que o CentOS me gerou essa mesma confiança, além de todas as caracteristicas que na minha opinião são necessárias a um servidor, o CentOS me gera a mesma confiança do Debian.

O sistema é absurdamente estável, o ciclo de atualizações favorece o uso em servidores além de ser um Red Hat (que dificilmente eu utilizaria devido ao que citei acima) e o mais importante, ME GERA A TAL DA CONFIANÇA =).

Hoje, eu simplesmente não vejo nenhum argumento que me fizesse escolher o CentOS ao invés do Debian, e muito menos o Debian ao invés do CentOS, as características positivas e negativas de cada um se igualam na minha opinião.

Ao mesmo tempo que acho isso uma coisa negativa, acho muito legal o modo como tudo aconteceu. Acho que daqui a algum tempo, depois de ter utilizado mais o CentOS poderei opinar melhor a respeito, mas achei muito legal essa mudança, simplesmente porque eu achava que difilmente acharia algo como o Debian, e encontrei. Talves o Debian ainda leve alguma vantagem pelo fato de que o carinho e admiração que tenho por ele ainda seja maior.

Deixo aberto para quem quiser discutir a respeito, acho que é um assunto que geraria uma discussão muito legal, além de ajudar a criar uma visão ainda mais clara sobre o assunto =).

dez 30
Aposentando o rato
icon1 Taylon | icon2 Geral | icon4 12 30th, 2008| icon3No Comments »

mouse1Desde que comprei meu notebook, venho sofrendo incessantemente  com o tal do touchpad, eu simplesmente não consigo usar aquela coisa, acho que existe um bloqueio contra isso, eu simplesmente não sou capaz de manipular uma coisa macabra como aquela XD.

“Taylon, compre um mouse e resolva seu problema”. Sim, eu comprei um mouse, o problema é que existem momentos impedem o uso do mouse, me obrigado a usar “a coisa” e esses momentos se tornam terríveis por causa disso.

Foi ai que resolvi simplesmente abandonar “a coisa” e aproveitando para abandonar o mouse também. Como? Usando o teclado oras…

O que me surpreendeu é que o processo foi mais rápido e fácil do que eu imaginava. As aplicações geralmente seguem um padrão de atalhos então se acostumar com eles é bem rápido. Vou dar aqui algumas dicas que ajudam muito na hora de trabalhar usando somente o teclado (ou pelo menos, durante a maior parte do tempo). Na verdade essas dicas agilizam no geral o uso do computador.

Sou usuário do Gnome, por isso as dicas serão direcionadas a ele, faz MUITO tempo que não utilizo o KDE, XFCE ou qualquer outro ambiente gráfico que não fosse o Gnome por isso não me lembro muito de atalhos e outras coisas. Se alguem quiser complementar com dicas para esses ambientes gráficos, fique a vontade, mesmo assim muitas das dicas que vou apresentar podem ser reaproveitadas em qualquer ambiente.

Executando aplicações

Vou começar apresentando a melhor maneira que encontrei de executar aplicações sem precisar utilizar ícones nem menus.

executar

Isso mesmo, com o dialogo “Executar aplicativo”. Ele é a melhor opção pois o acesso é extremamente rápido usando o atalho “ALT + F2”. Ele abre instantaneamente e ai basta você digitar o nome da aplicação que você deseja executar. Lembrando que o lançador possui recurso de auto-completar, por isso basta digitar o inicio do nome depois completar com o “TAB” (como se estivesse em um terminal). Perceba que na imagem, digitei apenas o “epi” e ele completou o resto pra mim completando o nome da aplicação “epiphany”.


Menu principal

menu2

As vezes o nome do programa simplesmente foge da sua cabeça, ou derrepente você ainda nem resolveu o que vai fazer no computador, então que tal dar uma olhadinha no cardápio? Nesse caso a única opção é abrir o menu principal. Usando o atalho “ALT + F1” o acesso é rápido. Uma dica aqui é manter o menu sempre o mais limpo possível, programas que você não usa, desinstale da sua máquina ou então pelo menos remova-os do menu, além disso coloque eles em ordem de importância. No meu caso, eu utilizo o Devhelp com muita freqüência, então deixei ele no topo.

Usar o menu “Locais” também é uma excelente opção, com ele você pode acessar diretamente uma das partições montadas em seu sistema, acessar documentos recentes ou até mesmo fazer busca, o que agiliza bastante as coisas.


Teclado multimídia

Possuí um teclado multimídia e gosta de ouvir músicas enquanto usa o computador? O teclado multimídia é seu amigo. Configure uma tecla para lançar o seu player e as demais para funções de navegação. Com isso você não precisa acessar o player cada vez que quiser avançar, pausar ou parar uma música.

atalhos


Terminal

Eu uso o terminal com muita freqüência, e a alternância entre o terminal e outras aplicações é sempre muito constante. Por isso eu gosto de usar um terminal de acesso rápido chamado Guake.

guake

Pra quem já jogou o jogo Quake, deve estar familiarizado com algo do tipo. O Guake é acessado ao digitar a tecla “F12”, e é ocultado quando você pressiona a tecla novamente. Isso aumenta a agilidade de acesso ao terminal, o que é muito bom se você usa o terminal com freqüência.

Somente um terminal não resolveria o meu problema XD. E para resolver isso o Guake oferece um sistema de abas. Você pode criar uma nova aba com o atalho “CTRL + SHIFT + T”, e alternar entre as abas usando os atalhos “CTRL + PageUP”/”CTRL + PageDown”, para fechar a aba basta um “CRTL + SHIFT + W”.

Outro atalho interessante no Guake é o “F11” que faz com que o Guake entre em um tipo de “Full Screen”, que é muito útil em momentos que você precisa de mais espaço de visualização no terminal.

Nautilus

Para quem utiliza o Nautilus na versão 2.24 ou superior, poderá utilizar abas para navegar nas pastas. Para criar uma nova aba no Nautilus usamos o atalho “CTRL + T”, para alternar entre as abas, utilizamos os atalhos “CTRL + PageUP”/”CTRL + PageDown” e para fechar uma aba “CRTL + W”.

abas_nautilus

Outro recurso no nautilus que facilita muito o uso do teclado é a busca nas pastas. Quando você acessa uma pasta muito cheia de arquivos/pastas, basta você começar a digitar o nome do arquivo/pasta que ele será destacado automaticamente

busca_nautilus

Perceba na imagem que quando eu digito o nome da pasta que procuro, ele localiza instantaneamente a pasta.


Navegador de internet – Epiphany

Uma das coisas que ainda não deixou eu largar completamente o mouse é a navegação na internet, realmente ainda não encontrei uma maneira eficiente de navegar na internet utilizando apenas o teclado. Porém mesmo assim da pra diminuir bastante o uso do mouse no navegador.

O navegador que eu gosto de utilizar é o Epiphany, porém os atalhos devem ser parecidos em outros navegadores.

Nova aba - “CTRL + T”
Alternar entre abas - “CTRL + PageUP/PageDown”
Fechar uma aba - “CTRL + W”
Ir para barra de endereço - “CTRL + L”
Abrir link em nova aba - “CTRL + Enter”
Avançar - “ALT + Seta para direita”
Voltar - “ALT + Seta para esquerda”

Esses são principais atalhos do Epiphany. Outras dicas legais para o epiphany são as seguintes:

- Deixe a página inicial em branco, pois ele carrega a página inicial em todas as novas abas o que deixa lento o carregamento a cada vez que você abre uma nova aba.

- Utilize uma extensão chamada “Grupos de abas” ela faz com que uma nova aba seja aberta depois da aba atual e não no final de todas, o que agiliza a navegação.

- Utilize sempre marcadores, assim você não precisa digitar o endereço do site completo toda vez que for acessa-lo.


Manipulando janelas

Esse talvez seja o ponto mais importante de todos: A manipulação das diversas janelas que ficam abertas no desktop.

A chave para manipular bem as janelas é o uso das “Múltiplas áreas de trabalho”. Isso porque ao utilizar muitas janelas abertas ao mesmo tempo (meu caso), você demora muito para encontrar o que quer utilizando o famoso atalho “ALT + TAB”. Para resolver isso, basta utilizar as várias áreas de trabalho disponíveis. Com isso você pode separar suas janelas por categoria ou por freqüência de uso, assim menos janelas ficaram abertas em cada área de trabalho e você não ficará perdido quando estiver usando o “ALT + TAB”.

Uma dica legal aqui é utiliza o Compiz, pois ele te da no momento do “ALT + TAB” um preview da janela, o que ajuda a localizar a janela certa.

Para alternar entre as áreas de trabalho você pode usar o atalho “CTRL + ALT + Seta direita/esquerda” e para mover uma janela para outra área de trabalho basta usar o atalho “CTRL + ALT + SHIFT + Seta direita/esquerda”.

Com o tempo o uso das múltiplas áreas de trabalho se torna automático e você estará procurando suas janelas de chat e seu gerenciador de e-mails na “segunda área” (eu uso eles na segunda =D) sem nem perceber =).

Para fechar uma janela utilize o “ALT + F4”, para maximizar utilize “ALT + F10”.

Observe que não citei o atalho para minimizar uma janela, isso porque não existe a necessidade de minimizar uma janela, já que você estará sempre alternando as áreas de trabalho (utilizando o “CTRL + ALT + Seta direita/esquerda”) e as janelas (utilizando o “ALT + TAB”).


Menus e botões

Ficar apertando “TAB” milhares de vezes para chegar até o botão ou menu que você deseja acessar é demorado e trabalhoso certo? ERRADO.

Você já reparou que menus e botões sempre tem uma de suas letras sublinhadas?

atalhos_subli

Essas letras sublinhadas são justamente atalhos para quem está usando o teclado. Na imagem acima, eu poderia acessar o menu “Arquivo” pressionando o atalho “ALT + A”, isso mesmo, essas letras sublinhadas se combinadas com o “ATL” se transformam em poderosos atalhos.

atalhos_button

Veja na imagem acima. Usei o atalho “ALT + F4” para sair da aplicação, como eu não tinha salvo o meu projeto, a aplicação perguntou se eu desejo salvar-lo. Perceba que o botão automaticamente selecionado foi o “Salvar”, porém se eu quisesse “Fechar sem salvar” eu teria que pressionar a tecla “TAB” no mínimo duas vezes e depois ainda pressionar o “Enter” para confirmar, por isso, ao invés de três “TABs” e um “Enter”, eu usei APENAS um “ALT + F” (note que o “F” é a letra sublinhada do “Fechar sem salvar”).

Pelo menos no Gnome a GRANDE maioria desses atalhos são padronizados, o que faz com que em pouco tempo você esteja usando eles sem precisar ficar procurando pela letra sublinhada.


Trabalhando com textos

Essas dicas muitas pessoas já conhecem porém mesmo assim utilizam pouco ou simplesmente não utilizam. O fato é que elas agilizam, E MUITO a digitação e leitura dos textos.

Utilize sempre as teclas “Home” e “End” para ir até o inicio ou fim de uma linha (respectivamente). Se combinadas com a tecla “CTRL”, elas fazem você ir ao inicio ou fim do texto.

Você também pode combinar esses atalhos acima com a tecla “Shift” e assim selecionar grandes áreas de texto ao mesmo tempo, e claro, usar o famoso “CRTL + C/V” para copiar e colar.


Resumo de atalhos

Executar aplicativos – “ALT + F2”
Abrir menu principal - “ALT + F1”
Alternar entre abas (tanto no Epiphany quanto no nautilus) - “CTRL + PageUP/PageDown”
Alternar janelas - “ALT + TAB”
Fechar uma janela - “ALT + F4”
Alternar entre áreas de trabalho - “CRTL + ALT + Seta direita/esquerda”
Minimizar todas as janelas - “CTRL + ALT + D”


Atalhos que geralmente são padronizados em todas as aplicações

Abrir - “CTRL + O”Salvar - “CTRL + S”
Atualizar - “F5”
Desfazer - “CRTL + Z”
Refazer - “CRTL + Y”
Copiar para área de transferência - “CRLT + C”
Colar da área de transferência - “CRTL + V”
Abrir abas - “CTRL + T”
Fechar abas - “CTRL + W”
Localizar - “CTRL + F”
Selecionar tudo - “CTRL + A”


Dicas de ouro

- Tenha em mente que grande parte dos atalhos são padronizados em muitas aplicações, portanto não são tantos atalhos assim para decorar, pelo contrário.

- Evite minimizar janelas, isso não é necessário, e fará com que o preview das janelas não apareça no “ALT + TAB”.

- EVITE, ABOMINE, FAÇA DEIXAR DE EXITIR, programas “minimizados” perto do relógio. Isso porque a única forma de maximiza-los é usando o mouse. Além do mais geralmente programas que ficam escondidinhos ali perto do relógio são programas acessados com pouca freqüência como Players de áudio (já que enquanto a música toca você não precisa ficar acessando ele toda hora), instant messengers (já que o que precisa ficar aberto é a janela de cada chat) entre outros. Mas bom, se você vai acessar pouco, coloque-os lá na sua última área de trabalho, assim eles ficam longe, porém quando precisam ser acessados basta ir até a respectiva área de trabalho, e não usar o mouse.

- Costume organizar suas diversas áreas de trabalho sempre da mesma maneira, assim, até mesmo involuntariamente você saberá onde está a sua janela de chat ou o seu player de áudio.

- ABAS.

- UTILIZE ABAS.

- SEMPRE ABAS.

- Quando estiver usando o navegador de internet ou o nautilus USE AS ABAS.

- PREFIRA AS ABAS.

- ABa… hehe, sim, as abas são a alma do negócio, pois evitam que você abra muitas janelas da mesma aplicação, o que dificultaria na hora de utilizar o “ALT + TAB”, portanto, lembre-se, as abas são suas amigas. Hoje em dia os melhores navegadores de internet, instant messengers, gerenciadores de arquivos dentre outros, suportam abas.

- Mantenha seu ambiente sempre o mais limpo e simples possível (o maravilhoso Gnome já proporciona isso pra gente de maneira muito legal) e as pastas organizadas e em menor número possível. Isso vai facilitar a navegação e a busca das coisas.


Conclusões

bad-mouseA principio pode parecer que são muitos atalhos para decorar, mas isso é só impressão. Com o tempo tudo se torna comum, e além disso muitos dos atalhos (como a manipulação de abas) são muito parecidos ou até iguais entre uma aplicação e outra.

O simples fato de lançar as aplicações com o “ALT + F2” e utilizar mais de uma área de trabalho, já deixará sua mão pelo menos 80% mais longe do mouse =).

Mesmo com todas essas dicas ainda não é possível aposentar de vez o mouse, porém vai ajudar muito a diminuir o uso do mesmo. O uso do teclado agiliza muito as tarefas além de tornar as muitas horas na frente do computador muito mais confortáveis e muito menos cansativas.

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dez 6
Um pouco sobre o BSD
icon1 Taylon | icon2 Geral | icon4 12 6th, 2008| icon3No Comments »

Opa, eae pessoal beleza?

Bom, tive que fazer a pouco tempo um trabalho de faculdade sobre algum tema dentro da computação, escolhi falar sobre o BSD pois é uma coisa que há muito tempo eu vinha querendo estudar, mas sempre ia deixando para depois. Pois bem, fiz o trabalho sobre o BSD, aprendi muito e vou disponibilizar aqui o trabalho (não em forma de trabalho acadêmico) para que outras pessoas que quiserem estudar sobre possam consultar, porém apesar de ter instalado o FreeBSD, NetBSD e OpenBSD, não tive ainda a oportunidade de utiliza-lo realmente, por isso gostaria de dizer que o que está escrito é apenas uma compilação de tudo que li a respeito, e foi bem positivo o estudo por isso acho que não tem nada incorreto, caso tenha, peço desculpas e peço que me reporte qualquer incoerência pois afinal de contas é um estudo e que com certeza precisa ser aperfeiçoado.


Sistema operacional BSD

Introdução

O BSD é um sistema operacional de código aberto baseado no UNIX e desenvolvido na Universidade de Berkeley, da Califórnia. Trata-se de uma criação feita por estudantes, para aprimorar e acrescentar algumas funcionalidades ao sistema operacional UNIX.A idéia inicial foi sofrendo mudanças rapidamente, tantas que chegou a um ponto onde o BSD virou, praticamente, um novo sistema operacional, grande parte dos sistemas operacionais mais usados hoje em dia tem alguma parte do seu código baseada no BSD, isso inclui o Windows, Linux e inclusive o MacOS X que foi diretamente baseado no BSD.
Hoje existem várias distribuições do BSD, que são diferentes “personalizações” do sistema, o que faz com que cada uma se destaque em uma característica diferente.


Um pouco sobre o UNIX

O UNIX é um sistema operacional portável, multitarefa e multiusuário originalmente criado por um grupo de programadores da AT&T, que incluem Ken Thompson, Dennis Ritchie e Douglas McIlroy. Em 1969 Ken Thompson escreveu o primeiro sistema UNIX totalmente em assembly, com objetivo de criar um sistema operacional de respostas rápidas, com os mesmos conceitos do sistema operacional Multics (que ele ajudou a desenvolver) mas que pudesse ser usado em computadores de pequeno porte (diferente o Multics que podia rodar apenas em computadores de grande porte). Mais tarde Ken Thompson e Dennis Ritchie reescreveram ainda em assembly o UNIX para rodar em mais plataformas. Apenas no início da década de 1970 o UNIX passou a ser desenvolvido usando exclusivamente a nova linguagem C (criada também por Dennis Ritchie nessa época) e começou a tomar forma semelhante à que possui atualmente e a tornar-se portável através de várias plataformas.


A história do BSD

A sigla BSD significa “Berkeley Software Distribution” foi o nome dado a um conjunto de ferramentas destinadas a avanços e melhorias do sistema operacional UNIX e criadas por estudantes da Universidade de Berkeley, da Califórnia. BSD não é UNIX, este foi  criado pela Bell Labs (laboratório de pesquisas da AT&T), o BSD quando criado era um pacote de ferramentas que durante o seu desenvolvimento acabou se tornando um sistema operacional completo, e dando assim origem ao 4.4BSD-Lite. O 4.4BSD-Lite continha parte do código da AT&T o que acabou gerando muitos problemas judiciais. William F. Jolitz, estudante na Universidade de Berkeley, e um dos principais desenvolvedores do BSD reescreveu todo esse código produzindo assim o 386BSD.  O 386BSD nunca foi um sistema operacional completo e estável, porém ele deu origem ao que podemos chamar hoje de BSD, que são as três principais variantes do BSD atualmente: o NetBSD, FreeBSD e o OpenBSD.


“Os BSDs”

Depois do lançamento do 386BSD houve uma certa separação entre a equipe de desenvolvimento e assim surgiram duas variáveis do 386BSD, o FreeBSD e o NetBSD, anos depois surgiu o OpenBSD. Várias outras distribuições surgiram ao passar dos anos, porém essas três são as principais distribuições que mantém o desenvolvimento do verdadeiro BSD, cada uma com um foco diferente.

FreeBSD

O FreeBSD surgiu em 1993 e é hoje o BSD mais popular. Boa parte disso se deve ao Walnut Creek CD-ROM, que além de distribuir CDs do FreeBSD aos que não tinham acesso a internet também forneceu ao projeto uma máquina para trabalho dedicado e uma conexão rápida com a Internet.
O foco do FreeBSD sempre foi performance, principalmente em servidores Web e banco de dados, grandes empresas como a Yahoo usam o FreeBSD em seus servidores, tanto pela estabilidade quanto pelo fato de que o histórico de segurança do FreeBSD é excelente.

NetBSD

O NetBSD foi lançado alguns meses após o FreeBSD. Diferente do FreeBSD, que foca na performance e no suporte de melhor qualidade, o NetBSD foi desenvolvido para suportar o maior número de plataformas possíveis. Seria difícil listar todas as plataformas compatíveis com o NetBSD, pois ele roda em mais de 50 plataformas, desde as mais usadas, como x86 e SPARC, às mais exóticas  como Sega’s Dreamcast.
A variedade de plataformas suportadas significa que o código é eficiente e seguro, com uma amplitude de experimentações que melhoram o sistema operacional como um todo.
Esta variedade de suporte também significa que o NetBSD roda em hardwares muito mais poderosos que os suportados pelas demais distribuições. Estações de trabalho UNIX da Sun, HP e a velha plataforma Digital/Compaq Alpha podem ser usados com o NetBSD para fornecer toda a estabilidade e performance de uma plataforma BSD além dar novo sentido a hardware mais antigo.
A portabilidade é também uma grande atração como escolha de re-desenvolvimento e uso para aqueles que constroem seus próprios computadores. Isso torna o NetBSD uma escolha popular em universidades e laboratórios de ciência.

OpenBSD

O OpenBSD foi desenvolvido por Theo de Raadt, que era um dos desenvolvedores do NetBSD e após um desacordo com os outros desenvolvedores a respeito do futuro do NetBSD resolveu criar o OpenBSD. O desenvolvimento do OpenBSD começou com a intenção de criar um sistema operacional INCRIVELMENTE seguro. E continua assim até hoje. Isso é visível já no processo de instalação, onde são ativados somente os recursos indispensáveis ao sistema, impedindo assim que possíveis brechas de segurança sejam abertas durante a instalação. Durante o processo de desenvolvimento, o código é avaliado e reavaliado constantemente, quando uma brecha de segurança é encontrada, imediatamente uma solução é desenvolvida e aplicada. Tanto o FreeBSD quanto o NetBSD baseiam hoje grande parte de suas políticas de segurança no OpenBSD.

A licença BSD

A licença BSD é uma licença que inicialmente foi criada para os sistemas BSD, e que atualmente vários outros sistemas são distribuídos sobre esta licença. O BSD é um sistema de código aberto, ou seja, o código fonte do sistema está disponível para qualquer um que queira modificá-lo e melhorá-lo e é justamente o fato do software ser distribuído sobre a licença BSD que permite isso. Existem outras licenças que permitem o código aberto, como a GPL (licença na qual o sistema operacional GNU/Linux é distribuído). A licença BSD exige que ao utilizar o código de um software distribuído sobre tal licença, os créditos dos autores originais deve ser mantido, mas além disso a licença não impõe mais nenhuma limitação para o uso do código, diferente da licença GPL que diz que ao modificar o código de um software distribuído sobre tal licença você é obrigado a manter o novo código sobre a licença GPL, fazendo com que cada vez mais pessoas contribuam com o software, melhorando-o e implementando mais novidades, isso impede que aconteça algo parecido com o MacOS X, que é um sistema operacional baseado no código do BSD e que depois de inúmeras implementações e melhorias o mesmo foi distribuído sobre licença proprietária impedindo assim que o BSD também se beneficiasse com tais melhorias.


Referencias

Brett Glass - “The BSDs: Sophisticated, Powerful, and (Mostly) Free”.
Disponível em: http://www.extremetech.com/article2/0,2845,555398,00.asp,

Eric Steven Raymond - “The Art of UNIX Programming”.
Disponível em: http://www.catb.org/~esr/writings/taoup/html/.

Greg Lehey - “Explaining BSD”.
Disponível em: http://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/articles/explaining-bsd/article.html.

Martin Brown - “Differentiating Among BSD Distros”.
Disponível em: http://www.serverwatch.com/tutorials/article.php/3393051.

Emerson Alecrim - “FreeBSD, OpenBSD e NetBSD: características de cada um”.
Disponível em: http://www.infowester.com/osbsd.php.

Joe “Zonker” Brockmeier - “Resumo BSD”.
Disponível em: http://www.myfreebsd.com.br/modules.php?name=Sections&op=printpage&artid=8.

Nick Holland, Joel Knight, and Steven Mestdagh - “FAQ OpenBSD”.
Disponível em: http://www.openbsd.org/faq/index.html.

Carlos Augusto - “Licenças BSD e GPL: uma breve comparação”.
Disponível em: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/07/30/licencas-bsd-e-gpl-uma-breve-comparacao/

nov 6

Primeiramente gostaria de agradecer ao meu amigo Allan por ter me indicado uma resolução para esse problema, convivia com ele a algum tempo e não tinha procurado uma solução até que o Allan me deu uma luz =)

O Messenger Groups (http://groups.im/) permite que você crie uma sala de bate-papo no MSN e esta sala fica sempre disponível para quem quiser acessar (diferente de quando você adiciona outros contatos a conversa).

O problema é que o Emesene possui um bug, e ao utilizar esse recurso do MSN ele não exibi o “nick” da pessoa que mandou a mensagem.

Eu utilizo um grupo assim com alguns amigos, e sempre ficava perdido no meio da conversa pois não sabia quem estava falando. Se você tem o mesmo problema, basta seguir os passos abaixo:

Utilize seu editor de textos preferidos e edite o arquivo:

vim /usr/share/emesene/emesenelib/Switchboard.py

* Estou utilizando o Fedora 9, caso o arquivo não se encontre nesse diretório em outra distro, tente usar o locate ou find para localizar o arquivo Switchboard.py.

Depois procure por:

try:
charset = Type.split(’text/plain; charset=’)[1]
except IndexError:
charset = ”

E adicione abaixo:

if ‘P4-Context’ in header:
nick = nick + header['P4-Context']
body = header['P4-Context'] + “: ” + body

Salve o arquivo, abra o Emesene e aproveite o Messenger Group \o/

Gostaria também de deixar os créditos ao “lsz”, usuário que disponibilizou no fórum do Emesene a solução:

http://emesene.org/smf/index.php/topic,123.0.html

out 31

Bom pessoal, devido a grande falta de tempo que tenho tido ultimamente tanto por causa da faculdade quanto do trabalho, está muito difícil conciliar todos os projetos, o blog a muito tempo não recebia nenhuma atualização, a versão do wordpress estava desatualizada e mal configurada, estava lotado de spams, eu recebendo milhares de e-mail de spams por dia, mas nada podia fazer pois não tinha tempo de pegar e revisar todo o blog.

Pois bem, agora resolvido mudar o blog de servidor, antes eu hospedava o blog no servidor de um amigo meu (GRAAANDE UTSCH =D ) porém agora resolvi assinar um plano para mim, porque também quero levar algumas outras coisas então aproveito matando dois coelhos numa cajadada so =)

Atualizei a versão do wordpress e configurei uma serie de plugins, me livrando dos spams e etc…

Como ja disse está realmente muito difícil conciliar os projetos, atualmente estou fazendo Ciências da Computação na UNI-BH e realmente isso tem comido GRAAAANDE parte do meu tempo (aulas de calculo me matando XD) além disso continuo trabalhando e estou participando de alguns projetos de Software Livre, como o projeto de tradução do Fedora, a comunidade GNU/Linux-MG e a moderação da sessão de linux do fórum Clube do Hardware, o blog acabou ficando de lado, mas agora, quero voltar a ativa postando PELO MENOS 2 artigos bem elaborados por mês, e quero também voltar a colaborar com o projeto Listnux.

Espero conseguir manter o blog atualizado e com cada vez mais qualidade =)

Bom galera, é isso ae e ate +!!!

ago 15

Bom pessoal, o meu player de música favorito é o Banshee, e o instant messenger preferido é o Emesene, ao instalar a nova versão do Emesene fiquei absmado porque simplesmente não mostrava mais a músca que estava tocando no Banshee =o

Fui dar uma olhada no site do emesene, e tem um tópico no fórum no qual o usuário “mohrtutchy” disponibiliza um plugin que conserta esse bug do emesene.

A versão do banshee que estou usando é a 1.2 e do emesene é a 1.0.1, e aqui funcionou corretamente, quem quiser conferir visite o link:

http://emesene.org/smf/index.php/topic,1254.0.html

e baixe o plugin anexado no post do “mohrtutchy”

Depois é so substituir o plugin do banshee ja existente no sistema pelo novo:

rm /usr/share/emesene/plugins_base/currentSong/Banshee.py

cp /caminho/do/plugin /usr/share/emesene/plugins_base/currentSong/

Pronto, agora a música aparece no emesene =)

Agradecimentos ao “mohrtutchy”

mai 27

Opa eae pessoal beleza?
Bom hoje vou explicar como configurar as funções multimídia do notebook Acer 4520, como já é de costume os procedimentos que descrevo aqui no blog são testados no Debian, Slackware e Fedora dessa vez não será diferente, porém esses passos provavelmente funcionarão na maioria das distros…

Além disso é bom saber que os passos descritos aqui servem para configurar qualquer teclado multimídia (mesmo sem ser de notebook) e os princípios serão os mesmos para qualquer notebook, porém a ênfase aqui será o acer 4520.

Bom, os usuários do Slackware provavelmente perceberam que a regulagem lateral de do Acer 4520 não funciona (para configurar o som no Slackware veja meu outro post ‘http://www.focolivre.org/?p=3‘), na verdade no slackware a única função especial do notebook que funciona é a de regulagem de brilho do monitor, as demais não funcionam, já no Debian Lenny a regulagem de som, regulagem de brilho e ativação/desativação do touchpad funcionam porém as demais funções não funcionam, no Fedora 9 todas funcionam com um pequeno ajuste no Gnome

Então mãos a obra. Os passos a seguir funcionam tanto no Slackware 12.1 quanto no Debian Lenny, mas provavelmente funcionará em outras distros também…

A primeira coisa a se fazer é criar um arquivo mapeando as teclas desejadas , para isso precisaremos do código de cada tecla, para isso usaremos o “xev” portanto dê o comando:

# xev

Com isso irá aparecer uma janelinha branca na sua tela, posicione seu mouse dentro da janelinha e digite a tecla que deseja mapear (lembre-se que o Regulador de Audio lateral é visto como uma tecla, por isso rode ele para um lado e para o outro para pegar o código dele), o código é visto na linha “Keycode” por isso aperte todas as teclas desejadas e anote os códigos de cada uma.

Agora iremos criar o arquivo .Xmodmap dentro da sua pasta de usuário onde estarão as informações referentes as teclas:

# vim /home/usuario/.Xmodmap

Adicione ao arquivo as linhas da seguinte maneira:

keycode 236 = XF86Mail # Abre o leitor de e-mail
keycode 178 = XF86WWW # Abre navegador de internet
keycode 162 = XF86AudioPlay # Botão de Play
keycode 164 = XF86AudioStop # Botão de Stop
keycode 160 = XF86AudioMute # Botão para ativar/desativar o audio
keycode 144 = XF86AudioPrev # Botão de avançar
keycode 153 = XF86AudioNext # Botão de voltar
keycode 176 = XF86AudioRaiseVolume # Aumentar volume com o regulador lateral
keycode 174 = XF86AudioLowerVolume # Abaixar volume com o regulador lateral

Bom, aqui eu adicionei essas linhas, porém você pode adicionar outras se tiver mais teclas para configurar, perceba que a sintaxe é:

keycode “codigo da tecla” = “função que será exercida pela tecla”

uma lista completa das funções pode ser obtida no arquivo:

/usr/share/X11/XKeysymDB

Agora adicione a seguinte linha:

/usr/bin/xmodmap /home/usuario/.Xmodmap

ao arquivo .xsession:

# vim /home/usuario/.xsession

A próxima configuração dependerá do gerenciador de login que você usa.

Se você usa GDM:

Edite o arquivo /etc/X11/gdm/Init/Default e substitua a linha:

sysmodmap=/etc/X11/Xmodmap

por:

sysmodmap=/home/usuario/.Xmodmap

Se você usa KDM:

Edite o arquivo /home/usuario/.kde/share/config/kdm/Xsession e adicione as seguintes linhas:

#!/bin/sh
if [ -f $HOME/.Xmodmap ]; then
/usr/bin/xmodmap /home/usuario/.Xmodmap
fi

Pronto!

Agora basta você configurar o seu ambiente gráfico para usar as funções multimídia, se você usa KDE basta ir ao KDE Control Center e fazer as configurações de teclado, ja no Gnome vá em “Sistema > preferências > Atalhos de teclado” e adicione as teclas la…

Maiores informações podem ser encontradas em:

http://www.gentoo-wiki.com/HOWTO_Use_Multimedia_Keys#Finding_raw_scan_codes_-_USB_keyboards

FLW pessoal, espero que ajude!

mai 9

Eae pessoal beleza?

Bom, a função basica do touchpad do meu Acer 4520 (que é movimentar o mouse) funcionou normalmente sem nenhuma configuração adicional (tanto no Debian Lenny quanto no Slackware 12.1), porém as funções de scroll lateral tanto horizontal quanto vertical não funcionaram. Por isso vou descrever nesse post os procedimentos necessários para configuração de todos os recursos do touchpad.

Os procedimentos aqui descritos foram testados no Slackware 12.1 e no Debian Lenny, mas é muito provável que funcione em qualquer outra distro.

Primeiramente vamos editar o xorg.conf:

# vim /etc/X11/xorg.conf

Adicione as seguinte linhas após a ultima sessão “InputDevice”:

Section “InputDevice”
Identifier “SynapticsMouse1″
Driver “synaptics”
Option “SHMConfig” “on”
EndSection

Agora, na sessão “ServerLayout” adicione a seguinte linha:

InputDevice “SynapticsMouse1″ “AlwaysCore”

Pronto! Salve e saia.
Agora reinicie o X (ctrl + backspace)

Seu touchpad já estará com todas as funções funcionando, tanto os scrolls laterais quanto os botões de baixo. Mas para otimizar ainda mais, podemos utilizar o Qsynaptics que é um utilitario grafico que facilita e muito as configurações das funções do touchpad, para instala-lo basta acessar o site do projeto:

http://qsynaptics.sourceforge.net

Para o Debian existem pacotes pré-compilados no site, já no Slackware será preciso compilar, não vou descrever os passos da compilação pois não é o assunto do post.

* Essa screen é do site oficial do projeto.

Bom pessoal, com isso já temos o touchpad do 4520 totalmente funcional.

mai 4

Bom galera, recentemente eu compilei aqui o kernel 2.6.25, e logo depois tentei instalar o driver da nvidia, porém não obtive sucesso pois o atual driver da nvidia (169.12) é incompatível com o kernel 2.6.25, isso devido a algumas mudanças que ocorreram na nova versão do kernel, para resolver isso existem 2 maneiras:

1 - Utilizar a versão beta do driver da nvidia, esse é completamente compatível, um amigo meu instalou e disse que não teve problema algum.

2 - Ja eu, preferi usar esse método, que é aplicar um patch disponibilizado pela nvidia para corrigir o problema:

Primeiro baixe o patch Aqui

Depois para aplicar o path:

# sh NVIDIA-Linux-x86-169.12.pkg1.run --apply-patch NVIDIA_kernel-169.12-2286310.diff

esse comando irá gerar um outro .run no qual o patch estará aplicado, ai então:

# sh NVIDIA-Linux-x86-169.12.pkg1.run-custom.run

Desse jeito o driver da nvidia irá instalar normalmente…

abr 30
Primeiro post!
icon1 Taylon | icon2 Geral | icon4 04 30th, 2008| icon33 Comments »

Olá pessoal blz?

Bom, esse é meu primeiro post no blog, espero que o primeiro de muitos. Coloquei na pagina “Sobre” uma descrição detalhada sobre o blog, e seus objetivos, seu conteúdo está abaixo:

“Sejam bem vindos, meu nome é Taylon tenho 18 anos, amo informática e tecnologia desde que me conheço por gente, a alguns anos tive o prazer de conhecer o software livre e criei esse blog na intenção de publicar as minhas experiências com o software livre, além de divulgar o mesmo. Você encontrará nesse blog divulgação de eventos, tutoriais, how-tos diversos e noticias e novidades do mundo do software livre e tecnologia em geral.”

Tentarei deixar o blog sempre atualizado, e com muitos tutoriais e how-tos interessantes, a maioria deles serão baseados em slackware, debian ou fedora por serem as distros que eu mais gosto e uso… Além disso tentarei divulgar o software livre e etc…

Estou precisando de um domínio para o blog, um amigo meu me cedeu um espaço em sua hospedagem para eu hospedar o blog, mas eu ainda preciso de um domínio, vou tentar providenciar o mais rápido possível, mas enquanto isso, usarei um redirecionador grátis mesmo…

Enfim, espero que gostem do conteudo do blog.